Imaginemos uma casa onde uma empregada se apresenta junto do seu patrão.
Numa situação de espera activa:
O patrão antes de começar o seu trabalho (em casa porque é rico e não precisa de sair de casa para trabalhar) constroi uma lista de tarefas e dá a primeira tarefa a empregada e espera que ela a conclua para dar a próxima.
Numa situação de interrupção:
O patrão antes de começar o seu trabalho (em casa porque é rico e não precisa de sair de casa para trabalhar) constroi uma lista de tarefas e dá a primeira tarefa a empregada iniciando de seguida o seu trabalho. Quando a empregada terminar a tarefa o patrão suspende o trabalho que ta a fazer, risca a tarefa executada e entrega a tarefa seguinte na lista.
Porque é que a Espera Activa é uma má gestão?
Imaginemos que a primeira tarefa da empregada é limpar o quarto do filho do patrão. Se ele no dia anterior chegou a casa com uma grande bubadeira e gromou o quarto todo, e está ainda a babar-se na almofada, a empregada ou espera que o animal acorde ou começa logo a limpar o quarto, das duas opções o tempo de execução vai ser longo e penoso, e o patrão vai ter de esperar umas horinhas para poder dar a segunda tarefa a empregada. Mesmo sendo rico, o patrão tem de trabalhar, portanto o tempo que ele vai perder é dinheiro que vai perder.
Porque é que a Interrupção é uma boa gestão?
Imaginando o cenário anterior, o patrão pode iniciar o seu trabalho, e dependendo da quantidade de cerveja que o seu filho bebeu na noite anterior, consegue acabar tudo e ainda ir beber um café à esplanada do café da sua rua (sim o patrão fuma).
Questão: E se a empregada acabar o trabalho e o patrão estiver ainda na rua?
Resposta: Na realidade o patrão não sai de casa porque o CPU tb não sai da torre.
Objectivo: Desanuviar um bocado enquanto se estuda para o 2ºteste de AC (Arquitectura de Computadores).
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